once upon a day
that I gave you my heart
to protect you
of the end of the times
I gave my heart for you
as a love signal
and I wish that you keep it with you
until the end of the world
and I hope you know
that even the skies
falling down, I still be loving you
and will waiting the day you will save me
if my heart stay with you
I gonna survive
until the end of the world
until the ages of clerics and priests
and I, as them , will be praying for you
until the day you save me
you save me
save me with my heart.
Autor : Calvin Rocha Coelho
Um blog feito por um desocupado, que deseja apenas mostrar suas poesias.Apenas isso.
Prazer
Apenas poesias, é um blog onde colocarei alguns dos meu poemas e se possível, de outros autores também.
Sejam bem vindos!
terça-feira, 26 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Chuva
Tudo parecia perfeito:
A chuva caindo
por dentro de nuvens escuras
Como se lavasse a alma.
Gotas finas e desesperadas
pendiam do céu
a cada segundo
como se lavasse a alma.
E o sol tentava aparecer,
Timido e cauteloso,
esperando que a chuva
Lavasse as almas mundanas.
E no chão,
O tempo passava,
Enquanto a chuva caia
E lavava a alma dos pedestres.
Um casal, um beijo.
Um bebê sorrindo
Assistindo a chuva
Lavar suas almas
Gotas molhadas
Formavam um véu
Entre as nuvens e o mundo
Que se desfez com calma
O sol tentava aparecer
Mas um clarão ruidoso
Cortou a nuvem escura
Assustando as almas mundanas.
Mais um trovão.
O relampâgo assustava
E o raio caia
Entre os pedestres
O que parecia perfeito,
transmutou-se em caos
O dia virara noite
E o sol se escondeu.
A escuridão reinava
Sendo interrompida por pequenos flashs
de relampagos incansaveis
Mostrando um pouco da luz e esperança.
Autor : Calvin Rocha Coelho
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Out of a Dream
Foi estranho,
como uma nova primeira impressão.
Estar fora do sonho.
Pisar novamente no chão.
Não tinha como controlar.
A mente,
que outrora viajara sem limites
se via novamente presa
pelas garras do pesadelo.
E por já ter estado nessas paradas
Tentava se desvenciliar desse abraço.
Não tinha o que falar.
E o coraçao trabalhava freneticamente
lutando contra os sentimentos em desfile.
E por mais que eu queira,
não consigo desfarçar o medo
De andar pelas mesmas estradas
frias como aço.
Estar de olhos abertos,
ver a realidade de perto
Sem ter em que me agarrar,
sem ter o que esperar.
Sem me agarrar em vãs esperanças,
Sem esperar pelas maravilhas de um sonho,
Sem imaginar a metáfora da próxima rima,
sem perceber no paradoxo que me tornei.
Contando cada lágrima que derramei,
Cantando minha sina
para qualquer estranho
que deixe o doce na boca da minha criança.
E andando na escuridão
tateando as cegas,
sentindo a densidade de meus sentimentos,
sigo procurando um motivo para me reerguer
Procurando o fim da imensidão,
Lutando contra as trevas
e discutindo com meus tormentos
Vou tentando sobreviver,
Ganhar uma sobrevida,
voltar a ser aquela pessoa altiva
Capaz de brincar e sorrir
Poder ir e vir.
Me olhar no espelho,
E com a mesma facilidade,
olhar o passado
como uma simples transgressão
Esconder os desejos,
Suprimir minhas verdades
Ser o eterno namorado
em busca da paixao.
Autor : Calvin Rocha Coelho
como uma nova primeira impressão.
Estar fora do sonho.
Pisar novamente no chão.
Não tinha como controlar.
A mente,
que outrora viajara sem limites
se via novamente presa
pelas garras do pesadelo.
E por já ter estado nessas paradas
Tentava se desvenciliar desse abraço.
Não tinha o que falar.
E o coraçao trabalhava freneticamente
lutando contra os sentimentos em desfile.
E por mais que eu queira,
não consigo desfarçar o medo
De andar pelas mesmas estradas
frias como aço.
Estar de olhos abertos,
ver a realidade de perto
Sem ter em que me agarrar,
sem ter o que esperar.
Sem me agarrar em vãs esperanças,
Sem esperar pelas maravilhas de um sonho,
Sem imaginar a metáfora da próxima rima,
sem perceber no paradoxo que me tornei.
Contando cada lágrima que derramei,
Cantando minha sina
para qualquer estranho
que deixe o doce na boca da minha criança.
E andando na escuridão
tateando as cegas,
sentindo a densidade de meus sentimentos,
sigo procurando um motivo para me reerguer
Procurando o fim da imensidão,
Lutando contra as trevas
e discutindo com meus tormentos
Vou tentando sobreviver,
Ganhar uma sobrevida,
voltar a ser aquela pessoa altiva
Capaz de brincar e sorrir
Poder ir e vir.
Me olhar no espelho,
E com a mesma facilidade,
olhar o passado
como uma simples transgressão
Esconder os desejos,
Suprimir minhas verdades
Ser o eterno namorado
em busca da paixao.
Autor : Calvin Rocha Coelho
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